segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O dia que eu fui japonês


Estive em Curitiba uma única vez dez anos atrás. Na época fui para o Festival de Teatro e passei o tempo todo ocupado pelo evento. A não ser umas voltas pelo centro e os pontos turísticos mais óbvios eu não conheci muita coisa. Dessa vez agora, eu tinha 2 dias e decidi dar uma volta pela cidade com mais calma. Na verdade eu adoro fazer turismo, mas detesto ser turista. Explico: não gosto de ficar perguntando onde ficam os lugares, de ficar abrindo mapa no meio da rua e muito menos de pacotes ou visitas guiadas. Gosto de me preparar antes e munido dos meus roteiros desbravar a cidade. Porém, essa minha estada, por problemas logísticos, se transformou eu uma tarde. Mas uma vez, eu tinha algumas horas para dar uma volta na cidade. Decidi escolher um lugar e pronto. Até que passando por uma praça avisto um ônibus de turismo, daqueles de 2 andares. Pensei, será? E lutando contra o meio preconceito resolvi arriscar. A viagem é ótima, passa por todos os pontos da cidade que você precisa conhecer e ainda te dá o direito de fazer 4 paradas. Toda a parte inicial é desnecessária e pode ser feita a pé. Aliás, quem decidiu que aquela estação rodoviária horrorosa é ponto de interesse turístico? Como o ponto alto da cidade são as áreas verdes, tome o ônibus a partir do Passeio Público e escolha descer em 2 dos vários parques que tem pelo caminho. A não ser que você tenha uma amigo local pra te levar para os lugares, achei uma ótima opção de giro. Me senti naquelas excursões: "Europa: 20 países, 21 dias".

0 comentários: